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Guia

Do 'fechado' no WhatsApp ao contrato assinado: como o link automatiza sinal, parcelas e agenda

Um guia de ordem: o que fazer no minuto em que o cliente diz 'fechado', e como contrato, parcelas, calendário e financeiro se organizam sozinhos a partir daí.

3 de set. de 2026

O cliente respondeu "fechado!" no WhatsApp às 22h de uma terça. E agora? Antes de virar ensaio na agenda, esse sim precisa virar contrato, sinal e data reservada — sem você abrir editor de texto, sem copiar CPF de conversa pra planilha, sem lembrar manualmente de cobrar a parcela 2 em março. É esse trajeto, do sim informal até o contrato ativo, que o módulo Contratos organiza. E ele tem uma ordem certa.

Passo 1: o link vai na hora, ainda no calor do sim

Não existe "te mando o contrato semana que vem". No momento em que o cliente confirma, você envia o link do formulário de contrato — ele é standalone: abre no celular do cliente, sem exigir login, e ajusta os campos ao tipo de evento. Um formulário de casamento pergunta por noiva e noivo, com nome, e-mail, celular e CPF de quem assina; outro tipo de evento traz campos diferentes. Isso já é o primeiro filtro: ninguém preenche pergunta que não serve pro contrato dele.

O que confirma que deu certo: o cliente abre a página no próprio celular e já vê o pacote e o valor que você combinou, junto do aviso de que a reserva da data depende do sinal — essa é a cláusula 3.4 aparecendo antes da assinatura, não como surpresa depois.

Passo 2: o "concordo" é obrigatório — sem ele, não segue

O formulário tem uma caixa de confirmação, "Concordo com os termos do contrato", e ela é campo obrigatório. Sem marcar, o cliente não avança. Isso evita a maior dor de cabeça do contrato informal: alguém alegar depois que não sabia da regra do sinal ou da cláusula de remarcação (a 7.3, que pede 30 dias de antecedência para remarcar).

Passo 3: a minuta nasce preenchida, não em branco

Depois que o cliente envia os dados, o motor de contrato faz o trabalho de datilografia: os placeholders do seu modelo — [NOME], [CNPJ_EMPRESA], [VALOR_TOTAL], as datas de parcela — são substituídos pelo que veio do formulário. O contrato que chega pra você revisar já tem nome, CPF, e-mail, pacote e valores no lugar certo.

Aqui vale a exceção que evita retrabalho: o sistema não manda nada sozinho. A tela avisa que revisar e personalizar antes de enviar é seu papel — modelo bom não substitui leitura, nem advogado. Você lê, ajusta o que for específico daquele cliente, e só então envia.

Passo 4: a assinatura é um gesto, não um anexo de PDF

O cliente recebe o contrato revisado, lê os próprios dados, marca o "concordo" e assina com o dedo, na tela do celular. Esse traço vira imagem anexada ao contrato — a página até controla o gesto de pinça pra não distorcer a assinatura. A partir daqui o contrato tem uma trilha visível: rascunho, enviado, assinado, ativo, concluído. Se for cancelado, isso também fica registrado — nada desaparece do histórico.

Passo 5: a data entra na agenda sem você digitar

Assinado o contrato, o evento aparece no calendário do Pilar automaticamente — contratos são fonte do calendário. Não existe risco de vender a mesma data duas vezes porque ninguém esqueceu de anotar. E, junto com a data, o cliente cai nos contatos sincronizados do seu celular via CardDAV: quando ele ligar na semana do evento, o nome aparece na tela, não um número seco.

Passo 6: o sinal protege a reserva — e a ordem é fixa

A grade de parcelas do contrato traz datas e valores do jeito que você configurou — sinal de tanto por cento, resto dividido até antes do evento. A regra que vale sempre, sem exceção: o sinal só vence depois da assinatura, nunca antes. Isso significa que a reserva efetiva da data (cláusula 3.4) só se confirma quando o sinal é pago — o contrato assinado sozinho não trava a agenda contra um segundo interessado que pague primeiro.

Passo 7: a cobrança e o lembrete saem com a sua marca

Chegada a data de cada parcela, o lembrete sai pelo WhatsApp com o texto que você escreveu — "Oi, [NOME]! Passando pra lembrar da parcela..." — não com cara de cobrança de banco. Se o Asaas estiver ligado, a cobrança também sai branded. Vale notar o padrão: só o aviso ao dono sobre isso nasce ligado por default; o disparo automático pro cliente é opt-in, ou seja, você decide se ativa.

O financeiro fecha a conta sozinho

Cada parcela — paga, a caminho, vencida — entra como receita de contratos no Financeiro da Empresa, que soma essa fonte com Agendamentos e Loja. Você não precisa lançar manualmente o valor do sinal numa planilha separada: no dia em que a parcela é marcada como paga, ela já compõe a receita do mês no painel financeiro.

No dia do evento, o contrato já trabalhou

Assinatura registrada, data no calendário, cliente nos contatos, parcelas cobradas sem grito no domingo à noite. O que sobra pra você fazer no dia é fotografar. E o ciclo não para aí: depois do evento, os cartões de imagem seguem pro Workflow iA, o módulo de seleção e entrega — mas essa é outra etapa, com outro manual.